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Dicas para um happy hour, tanto para o humor como para a saúde
20/09/2012 00:40 -

Com a rotina no trabalho cada vez mais cheia, não é difícil ver quem chegue ao fim da semana (ou de cada dia) com níveis de estresse bem elevados. O jeito, então, é encontrar válvulas de escape. Alguns se voltam para os esportes, outros buscam técnicas de relaxamento, como o ioga ou uma massagem, mas poucos métodos são tão eficientes quanto um bom happy hour.


Não é por menos. Difícil competir com algumas horas repletas de amigos, em algum local divertido, com música, telões com futebol e, claro, o indefectível chope, acompanhado daquela porção de pizza, calabresa acebolada, provolone à milanesa… E é aí que o happy hour pode começar a ficar perigoso.


A questão é tão complicada que causa controvérsia até em especialistas da área de alimentação. A nutricionista Ana Claudia Montezino acredita que pessoas em processo de emagrecimento devem, de preferência, fugir desses encontros, para evitar os abusos, inclusive no consumo de bebida alcoólica.


Já a nutricionista Erica de Simoni Guimarães, da Cia. de Nutrição, diz que, na reeducação alimentar, nada é proibido, tudo é limitado. Depende da pessoa. Se ela entender que pode comer de tudo um pouco, sem exageros, não precisa deixar de ir a happy hours, afirma.


Diversão é o foco


O principal objetivo de um happy hour é juntar amigos para jogar conversa fora e ter alguns momentos de diversão depois de uma semana atribulada. Mas, não é difícil encontrar quem vá a esses eventos pensando mais no cardápio do que nas pessoas que estarão por lá.


E não se trata de uma característica apenas daqueles que estão acima do peso. É algo muito comum, não só com quem apresenta sobrepeso, mas nas pessoas em geral. A diferença entre elas está, justamente, na moderação. Os indivíduos acima do peso costumam ser mais compulsivos, o que os faz perder o controle no tipo de alimentos que escolhem e, principalmente, na quantidade, explica Ana Claudia.


Erica concorda e afirma que é uma questão bastante pessoal. Não há especialista que consiga auxiliar se a pessoa não quiser. Sempre comparo a nutrição com a fisioterapia, pois se alguém está com dor no braço, passa por uma sessão e sai bem, ou seja, não dependeu dele. Já na nutrição, passa-se por uma consulta e, dali para frente, todo o resultado depende da pessoa, analisa a nutricionista.


O segredo


No fim, se sair bem em um happy hour depende de dois elementos: saber fazer trocas agir com bom senso. É unânime entre as especialistas a importância de a pessoa saber respeitar limites diante de cardápios tão variados e chamativos. As frituras e a bebida alcoólica são os principais perigos, alerta Ana Claudia.


E a lista continua: Frituras (bolinhos, pastéis, coxinhas, frango a passarinho), embutidos (salame, presunto, copa, lingüiças), queijos amarelos, petiscos (amendoim, salgadinhos)… ou seja, só tem gordura ruim, afirma Erica. A recomendação é não passar de um pires de chá desses alimentos por pessoa.


Parar no primeiro chope é difícil, o que é muito ruim para o organismo, pois, de acordo com Erica, bebidas alcoólicas são consideradas calorias vazias, aquelas sem nutrientes. Para esses casos, a recomendação é de no máximo três doses e, mesmo assim, sempre acompanhadas de água, para ajudar a manter o corpo hidratado, completa Ana Claudia.


Substitutos à altura


Para não precisar deixar de freqüentar os happy hours, é possível recorrer a substitutos para alimentos que não têm o que oferecer de bom ao organismo. Se a queda for por bebidas alcoólicas, que sejam trocadas por alguma que traga benefícios. Água mineral, água de coco e sucos de frutas são substitutos ideais. Se não agüentar ficar sem bebida alcoólica, tome um cálice de vinho tinto, que contém resveratrol, um excelente antioxidante, sugere Erica.


Os alimentos pesados também não precisam fazer parte da mesa. O ideal é optar, entre outros, por queijos como mussarela de búfala, tomates secos, azeitonas, picles, carpaccio, aspargos, alcachofras, patês a base de ricota, pistache, amêndoas, castanhas e nozes, orienta a nutricionista.


Outra recomendação é maneirar na quantidade de encontros. Toda a semana já é exagero, principalmente se, além do happy hour, houver churrascos e aniversário todos os finais de semana. Portanto, em um mês, o ideal seria um evento por semana, seja qual for, enfatiza Ana Claudia.


Por um happy hour realmente tranqüilo


A seguir, dicas da para um happy hour bom, tanto para o humor quanto para a saúde:



  • Dê preferência aos petiscos assados aos fritos;

  • Em relação aos pães que acompanham os patês, opte pelos mais semelhantes ao pão francês, como italiano ou torradas;

  • Busque opções menos calóricas, como lanches naturais e pizzas de mussarela, atum ou escarola. Peça para cortá-los em pedaços pequenos, para saborear devagar;

  • No caso de vodka ou uísque, faça um coquetel acrescentando à bebida água de coco ou refrigerante, para não ingeri-los puros;

  • Pistache, amêndoas, castanhas e nozes, também podem ser considerados bons petiscos. São alimentos que contêm gorduras monoinsaturadas, ou seja, contribuem para aumentar o bom colesterol e diminuir o ruim. Mas, o consumo deve ser moderado, pois são ricos em calorias;

  • Tente se reunir em locais que permitam gastar a energia consumida, como em uma boa partida de boliche ou futebol.














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